Meu mundo de cabeça pra baixo

By Cecília Lopes

 

 

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Estava dormindo. Acordei com ela sentada em meu quadril abrindo as minhas nádegas para esfregar melhor seu enorme grelo. Senti os pêlos de sua púbis machucando meu ânus numa fricção violenta. Nunca sei de onde vem tanta força nessas horas. Talvez da minha total falta de reação. Sequer um gemido de prazer, que se vem ela cala com um tapa, um arranhão, uma mordida e se transforma num gemido de dor, pra seu prazer. Molhou-me com seu prazer, mas eu sei que ele é insaciável e que o dia estava apenas começando... Puxou-me pelos cabelos para que visse o enorme brinquedo em suas mãos. Assustou-me. Sorriu quando viu o medo estampado em meu rosto diante da certeza da dor e rápida vestiu-se nele e me penetrou. Entrou com tudo e de uma vez, devagar, como gosta, sentindo minhas pregas se abrirem diante de seu brinquedo; tão grosso que fez um fio de sangue escorrer; ajudou com as mãos abrindo mais minhas nádegas. Eu não ousava gemer... A dor era tamanha e tudo que podia fazer era tentar controlar a respiração e colar-me ao seu corpo para que entrasse logo... Mas ela não queria assim... E continuou, devagar... Depois que colocou tudo, esperou... Eu mal respirava... Então esfregou seus pêlos em mim... Senti que ela não tinha pressa e me preparei... As horas seriam longas e até quando resistiria a esse tratamento? Quanto tempo havia dormido antes dela me acordar novamente? Sabia quando era dia apenas pela tênue luz que teimava em atravessar o grosso pano da cortina na janela fechada. Nenhuma ventilação... Nada que aliviasse o calor do dia e o cheiro de sexo que a deixava mais louca, embora nunca tivesse dito... Eu sei que é assim... Tirou devagar... Tirou-me também dos meus pensamentos e gemi pra receber imediatamente um forte puxão nos cabelos. Nem sempre era delicada. Com uma mão levantou minha cintura, empinei a bunda, deitou-se sobre mim, respirou junto ao meu ouvido... Pude sentir seu hálito quente e tirou novamente, deixava apenas a cabeça, gigante... Lambeu-me a orelha, mordeu meu pescoço... Enfiou novamente... Céus! Como dói assim! Eu soprava o ar com força pra fora, pra agüentar as lentas estocadas. Levantou-me ainda sentada em seu brinquedo e me colocou diante da cômoda. Fez com que apoiasse as mãos no móvel, puxou-me pra trás e abriu minhas pernas. Machucava meus seios, apertando-os... Toda dentro de mim. Seus seios em minhas costas e ela saindo e entrando, devagar e continuamente... Ficamos assim por quanto tempo? Não tinha noção da hora. Então ela disse: - Geme. E eu pude soltar o primeiro gemido, uma mescla de dor e prazer. Senti seu corpo tremer e numa fúria desenfreada, jogou-me na parede e me penetrou com urgência, urrando como uma fera prestes a explodir, e suas estocadas firmes e rápidas a levaram ao gozo que escorreu pelas minhas pernas. A cabeça doía... Suas mãos ainda seguravam com força meus cabelos e pude sentir seu segundo tremor. Abraçou-me com força. Apertou-me mais contra a parede, tentando enfiar-se junto com seu brinquedo pra dentro de mim. Descansou um tempo assim. Respirava em meu ouvido, beijava-o e quando imaginei que teria um momento de carinho ela se afastou retirando seu pênis. Disse: - Fique aí. Fechei os olhos. Teria alguns minutos de descanso e aproveitaria o melhor que pudesse. Mas logo ela se aproximou, fez um afago em minha cabeça e disse: - Chupe. - Virou-me de frente e me fez ficar de joelhos até alcançar a altura de sua buceta encharcada. Colocou um pé numa cadeira e segurando-me a cabeça, me esfregou nela. – Me seque com a língua. - E eu sequei, primeiro em volta, depois dentro, sugando todo o seu gozo. Quando terminei olhei pra cima. Recebi um tapa. – Não mandei parar. Chupe até eu gozar. - Engoli o soluço. Estava quase me acostumando. Perdi as contas de quantos levei trancada nesse quarto. Puxou meus cabelos e colocou seu rosto perto do meu. – Terei que falar novamente? - Mexi-me timidamente, dizendo que não. Beijou-me. Chupou minha língua como se quisesse arrancá-la pra fora e mordeu meus lábios. Levantou-se e enfiou novamente minha cabeça em seu sexo. Esfregou-se em mim e eu chupei. Chupei. Ele estava inchado e duro; lambi toda a extensão de sua buceta e esfreguei minha língua em seu clit, que era como ela mais gostava. Enquanto esfregava minha língua ela se esfregava em mim, mexendo seu quadril e segurando minha cabeça. Quando o gozo estava próximo ela forçou meu corpo pra trás até que eu deitasse no chão e continuou a esfregar seu sexo em minha boca. Quando o gozo veio ela apertou minha cabeça entre suas coxas e fez com que eu engolisse tudo novamente e era cada vez mais abundante. Eu mal conseguia respirar, mas ela não queria saber, apenas gemia alto e se espremia contra mim. A sequei novamente, então ela saiu de cima. Deitou ao meu lado no chão e me olhou com aquele desejo que não tem fim. Esfregou sua mão enorme em minha buceta e gemeu ao sentir que eu continuava molhada. Enfiou quatro dedos. Abri-me toda. Sabia o que viria a seguir e era melhor facilitar. Fazendo um movimento pra esquerda e pra direita e com o polegar pra dentro da palma, conseguiu enfiar a mão. Senti a hora que fechou os dedos lá dentro e começou a socar meu útero, num movimento de entra e sai frenético, seu corpo sobre o meu, sua respiração ofegante em meu ouvido... Metade de seu braço em mim... Céus! O orgasmo veio, intenso e ela me chupou os seios, beliscou os mamilos... O braço dentro, o braço fora, devagar, sentindo meu gozo escorrer por ele e molhar o chão... Nunca gozei tanto e assim. Tirou devagar e se colocou entre minhas pernas. Eu tremia. Os espasmos eram intensos e ela não queria saber de parar. Sugou tudo o que tinha em meu sexo e chupou-me com tal prazer e volúpia que em poucos minutos tive outro orgasmo, ainda mais abundante que o primeiro e ela engoliu tudo... Queria a mim. Eu sabia. – Te amo. – Lhe disse com a voz trêmula e ofegante. Levantou-me em seus braços e me colocou na cama. Deitou metade de seu corpo em mim, a boca em meu ouvido... – Pra sempre. – Foi isso que eu ouvi? Ela me quer pra sempre? E uma lágrima de felicidade escorreu em minha face e dormi abraçada à linda e enigmática mulher que conheci no metrô, ambas molhadas pela chuva, e que em apenas três dias virou meu mundo de cabeça pra baixo.