As Amazonas: O Mito da Fêmea Guerreira

 

 

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Os historiadores Homero e Heródoto não eram meros romancistas. Eles deixaram para a posteridade fatos históricos - e além de tudo altamente relevantes, assim como as mais recentes evidências vieram provar.

Um desses fatos foi o relato referente à existência das Amazonas, as famosas mulheres guerreiras da antiguidade, descritas por Homero como as "Antianeirai", significando "aquelas que vão à guerra contra os homens", e por Heródoto como as "Androktones", ou "aquelas que matam os machos". Nos museus e nas ruínas gregas, por sinal, podemos ver uma infinidade de relevos e esculturas mostrando essa estranha raça de mulheres guerreiras. Notadamente nas ruínas do Parthenon, onde o mais expressivo desses relevos é denominado "Amazonomachy".

Heródoto narra os violentos combates que os soldados gregos tiveram que travar, nem sempre com muito sucesso, contra essa raça de ferozes mulheres combatentes.

Até mesmo na Epopéia do herói Teseu, os cruentos combates contra as mulheres guerreiras foram mencionados. Uma "lenda", de fato, deveras insistente... Muito insistente para se tratar de uma simples lenda!

Na foto, um vaso grego mostrando a cena de uma Amazona adestrando a sua montaria. Os registros dizem que elas adoravam os seus cavalos, e reverentemente os cremavam quando morriam nas batalhas.

Estranhamente, também nas ruínas do Império Romano encontramos referências - escritas e gravadas - a essas mulheres e aos encarniçados combates contra elas travados pelos legionários romanos.

O mais estranho ainda é que existem relatos históricos da presença dessas mulheres guerreiras até mesmo na antiguidade da América do Sul, espalhando-se desde o Peru até o atual território brasileiro!

Por durante várias ocasiões os conquistadores espanhóis, seguindo o curso do grande rio mais tarde batizado de Amazonas, tiveram que se defrontar mediante encarniçados combates com essa estranha tribo de ferozes mulheres, sofrendo em consequência enormes baixas nos seus contingentes.

Extremamente versadas na arte da guerra, além de hábeis montadoras, essas mulheres eram além de tudo belíssimas. Nada mau, não? Mas os relatos dizem que eram mesmo tão ferozes e impiedosas que algumas delas chegavam a amputar um dos seios para melhor utilizarem os seus arcos, dos quais partiam as certeiras e sempre letais flechas contra os seus inimigos. Mas os nossos prezados visitantes masculinos não devem muito se entusiasmar, pois, numa cruel emulação daquilo que acontece na Natureza com as abelhas-rainhas e algumas aranhas, quando capturavam os homens nos combates, escolhiam os melhores e os mais formosos exemplares apenas para com eles procriarem e depois disso os matavam sem a menor piedade... Ou então os castravam para servirem como escravos! E quando nasciam seus filhos, os bebês do sexo masculino eram igualmente sacrificados e somente as meninas eram poupadas para se tornarem as novas Amazonas e dessa forma preservar a continuidade da raça.

Há outro detalhe bastante curioso: estranhamente, desde a América do Sul até o Continente Europeu, todas elas eram LOURAS! A imagem acima, proveniente de um filme sobre o assunto, nos dá uma idéia de como eram as Amazonas.

Os relatos e as cenas gravadas dizem que elas usavam o arco e as flechas com destreza, além de espada, dos machados e dos escudos em forma de crescente. Adoravam Artemis, a virgem, deusa da caça, e Ares, o deus da guerra. Aliás, os relatos dizem que elas eram descendentes dos deuses Ares e Otrera. Na Grécia elas teriam chegado a invadir Ática, onde após sangrentas batalhas foram a duras penas derrotadas pelos exércitos gregos, talvez aí selando o destino e a decadência da sua raça.

- Isso não é possível! Lendas, lendas, nada mais do que simples e imaginosas lendas", dizem os céticos e os pontífices do conformismo. Ah é? Pois então aqui vai o nosso "torpedinho" número 2: Na foto você vê a brilhante arqueóloga norte-americana Jeannine Davis-Kimbal, PhD, que pode ser considerada com louvor a Schliemmann do século XXI. Estudando profundamente a saga das Amazonas, conforme relatado por Heródoto, ela em 1995 seguiu as pistas dessa misteriosa raça de mulheres guerreiras por vários países do mundo.

No Século 5 A.C, Heródoto escreveu que os gregos derrotaram as Amazonas na batalha de Thermodon, ocasião em que muitas delas foram feitas cativas. Durante a viagem no navio em que seguiam aprisionadas, o caráter guerreiro prevaleceu e elas mataram todos os seus captores, tomando o controle da embarcação. Contudo, uma tempestade as surpreendeu e foram ter em uma praia onde se defrontaram com outro povo, os Scyths, estabelecendo a paz e algumas delas se unindo a este povo por laços familiares. Heródoto relatou que essa tribo de guerreiras nômades finalmente se deslocou e veio a se refugiar em um local que Jeannine descobriu estar atualmente situado ao sul da Rússia, próximo à fronteira com o Cazaquistão.

E foi exatamente seguindo as velhas pistas deixadas por Heródoto que Jannine e a sua equipe finalmente chegaram a um local denominado Pokrovka, dando início aos seus trabalhos de busca aos vestígios das famosas mulheres guerreiras da antiguidade!

E foi exatamente lá em Pokrovka que a arqueóloga encontrou uma profusão de túmulos subterrâneos circulares, centenas, cuidadosamente postados sob "mounds" e simetricamente ordenados!

Dando início aos trabalhos de escavações, que duraram quatro anos, a equipe de Jeannine Davis-Kimbal contando com o auxílio da Academia de Ciências da Rússia, deparou-se com as mais espantosas surpresas:

Estonteantes surpresas as quais, umas seguidas das outras, começavam a surgir!

Todos esses túmulos com a idade de mais de 2 mil anos - originários do Século VI Antes de Cristo - continham esqueletos e os seus adereços. Só faltava mesmo constatar se eram de mulheres!

Sim, todos eles eram de mulheres, exceto aquele contido em outro túmulo! E além de tudo enterrados de modo a representar que foram mulheres realmente acostumadas a cavalgar, como se pode ver pelos ossos das pernas simbolicamente arqueados!

Este esqueleto pertenceu a um homem que por algum motivo fora sepultado pelas mulheres com honras. Ao lado dele foi encontrado o esqueleto de uma criança.

Mas centenas desses esqueletos de mulheres foram encontrados, alguns ostentando marcas de ferimentos em batalhas, provando assim que a equipe da Dra. Jeannine estava prestes a realizar uma das maiores descobertas arqueológicas do século!

E todas foram enterradas com as suas jóias (foto) e as suas respectivas armas.

Denotando o caráter guerreiro, em todos aqueles milenares túmulos foram encontradas inúmeras pontas de flechas, adagas, escudos e armaduras. As pontas de flechas, aliás, foram achadas às centenas e a descoberta de conchas (fotos) atestava que essas mulheres guerreiras vieram do mar.

A fúria e a vaidade: à esquerda uma adaga e, ao lado, um ornamento em ouro, apenas alguns artefatos encontrado nas tumbas das mulheres guerreiras.

Havia também alguns adornos estranhos, igualmente elaborados no mais puro ouro e dessa forma comprovando que não se tratava de uma raça primitiva e bárbara.

Espelhos, brincos, colares, enfim tudo o que através dos tempos sempre fez parte da vaidade feminina também estava presente naquelas derradeiras moradas das últimas das Amazonas. Porém, a arqueóloga norte-americana ainda não estava satisfeita:

Remeteu alguns esqueletos para laboratórios de modo a se certificar de que eram mesmo de mulheres e para que os seus fragmentos fossem submetidos aos exames de DNA de modo a identificar e isolar as características daquela perdida raça de mulheres guerreiras. Mais tarde constatou-se que era mesmo um tipo de DNA diferente, uma vez que não era o DNA das atuais populações locais! Em síntese, aquelas mulheres vieram mesmo de outros lugares e pertenciam a um tipo étnico completamente diverso!

Seguindo as valiosas pistas do velho Heródoto, o qual afirmou que algumas das Amazonas, as últimas de fato, resolveram não se acomodar e seguir mais para o interior na sua sina de nômades até definitivamente se extinguirem, a equipe de Jeannine Davis-Kimbal embrenhou-se pela distante Mongólia. Lá, foram de acampamento nômade em acampamento nômade, tentando encontrar pelo menos alguma coisa que lembrasse (ou provasse) a velha herança genética das perdidas mulheres guerreiras.

E em algumas dessas populações nômades da Mongólia, parece que uma herança muito antiga foi transmitida às mulheres que denotavam possuir uma rara habilidade atávica no uso do arco e da flecha. Mas essa não era AINDA a solução do enigma!

Simplesmente porque, por toda a imensidão da Mongólia, Jeannine somente encontrou UM tipo físico na sua população nômade, conforme pode ser visto nessa foto. Havia, porém, uma única "anomalia"...

E a tal única "anomalia" foi encontrada justamente no seio dessa família nômade!

Façamos, antes, um preâmbulo. Só muito recentemente a Ciência conseguiu decifrar o intrincado código genético contido na cadeia de DNA. Ele é como uma impressão digital, única, maravilhosamente precisa e complexa. E você Prezado Visitante, qual é o seu nome? TEM CERTEZA que é mesmo este? Saiba que este que você usa, e pelo qual é conhecido, é um nome profano, dado pelos homens, porém NÃO o seu nome verdadeiro, o seu nome secreto, contido na sua cadeia genética e do qual somente Deus sabe e dispõe! - "Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, de um modo atemorizante. Teus trabalhos são maravilhosos... Meus ossos não te estavam ocultos quando fui feito, quando fui tecido nas partes mais baixas da Terra. Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no Teu Livro" - Salmos, Cap. 139, Vs. 14/16. Não é mesmo fantástico, Prezado Visitante? O cronista bíblico sabia noções do CÓDIGO GENÉTICO mais de 3 mil anos antes de a Ciência o descobrir! De fato, desde o momento da fecundação, o óvulo humano já começa a desenvolver uma série de ASSENTAMENTOS MATEMÁTICOS que correspondem à estrutura genética!

A descrição completa e a especificação de uma criança recém-nascida preencheriam uma enciclopédia com mais de MIL volumes e tudo isso está contido apenas na cabeça destacável de um único espermatozóide. Deve-se ao ADN (Ácido Desoxirribonucléico) o transporte de todas as informações que geram a organização de um ser vivo. O ARN (Ácido Ribonucléico) é produzido pelo ADN é destinado à formação da síntese da proteína. Deus é, de fato, Infinitamente Sábio. A complexa estrutura que forma a vida, à semelhança de um grande livro, faz com que CADA UM DE NÓS seja composto por cerca de 600 MILHÕES DE PALAVRAS, todas contidas em um único filamento de Cromossomo! Por outro lado, a síntese dos aminoácidos contém mais 20 PALAVRAS ADICIONAIS, e este é o NOME SECRETO DE CADA UM, O NOME DE CADA ALMA. E a Ciência já descobriu verdadeiras PROGRAMAÇÕES GENÉTICAS, compostas por alguns misteriosos sinais que, tal como acontece num moderno programa de computador, dão início e fim ao respectivo "programa" de cada vida.

E finalmente, a longa busca da Dra. Jeannine não foi em vão. Em uma distante aldeia encontrou uma menina LOURA, nove anos de idade, A ÚNICA EM MILHARES DE QUILÔMETROS E CUJO NOME ERA MEIRAMGUL - dotada de um tipo físico completamente divergente de todas as populações locais! Seus familiares (e nem mesmo a sua mãe) conseguiam explicar como ela nascera assim "diferente" da sua raça. Meiramgul, aliás, era por eles considerada uma aberração. Além disso, a menina montava a cavalo com enorme desenvoltura. Jeannine Davis-Kimbal e a sua equipe ficaram perplexos: estaria ali a resposta final para a sua longa busca?

Só havia um meio de saber: o DNA da pequena Meiramgul, uma lenda viva, foi colhido através de sua saliva e enviado para exames de DNA. Quando a esperada resposta chegou desde milhares de quilômetros dali, exatamente do mesmo laboratório onde estavam os demais esqueletos das mulheres guerreiras achados na Rússia, eis a surpresa; O DNA MITOCONDRIAL DE MEIRAMGUL ERA O MESMO CONTIDO NOS ESQUELETOS DATADOS DE MAIS DE 2 MIL ANOS ATRÁS!

Significando que, por um desígnio qualquer da sábia Natureza, ela é a ÚLTIMA DAS AMAZONAS, a última das valentes mulheres guerreiras do passado distante! De alguma forma, de geração em geração, um gene perdido no tempo e no espaço sobreviveu por mais de 2 mil anos e maravilhosamente se manifestou nessa menina que habita na solitária vastidão dos desertos da Mongólia. Chame-se a isso reencarnação, ressurgência genética ou, seja lá o que for, por certo dá uma lição de humildade não somente nos céticos, como também nos concede uma enorme e grandiosa lição: não se pode jamais fugir da verdade - é inútil - de uma forma ou de outra; sempre e inevitavelmente colidiremos com ela - uma vez que mais cedo ou mais tarde ela surgirá, emergirá do seu longo sono e forçosamente se manifestará, tal como já estava mesmo escrito há mais de 2 mil anos:

 

"Ninguém depois de acender uma lâmpada a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama, mas a coloca em um velador, para que os outros possam observar a luz. Pois, não há nada escondido que não se torne manifesto, tampouco há nada cuidadosamente oculto que nunca se torne conhecido, e nunca venha à tona"
(LUCAS, Cap. 8, Vs. 16/17)

 

 

texto retirado de: http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id447.htm